Declarações de Bruno Castro, CEO da VisionWare, à SIC Notícias, sobre as tentativas de acesso de hackers russos a contas de governantes no WhatsApp e no Signal
Bruno Castro explica que “Portugal tem duas vertentes que são consideradas relevantes em termos da guerra cibernética”, também como consequência da guerra convencional. “Por um lado, Portugal faz parte da NATO e, portanto, toda a componente geopolítica e até militar, como a questão da Base das Lajes, utilizada pelos americanos, é um ponto fundamental. Por outro lado, Portugal tem-se posicionado como um hub digital e a sua capacidade ao nível das comunicações coloca também o país como um ponto estratégico em termos de comunicações na internet, o que acaba por ser relevante” e por colocar-nos igualmente no radar da guerra cibernética.